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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

LEI SECA: RESULTADOS

Tarso: acidentes diminuiram cerca de 40% depois da Lei Seca.

Agência Brasil

RIO - Dados preliminares do Ministério da Justiça indicam que o número de acidentes e de mortes causadas pelo trânsito caiu entre 30% e 40%, desde o início da lei seca, em meados de junho. A informação foi dada hoje, no Rio, pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, que participou de uma solenidade de apoio à nova lei no Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro.
Na avaliação do ministro Tarso Genro, a nova lei 'chegou para ficar' e a sociedade brasileira está vivendo um momento 'extremamente virtuoso na criação de uma nova sociedade'.
- A preocupação com o outro, a solidariedade, a compreensão de que a vida em sociedade exige regras democráticas e respeitosas pela vida humana. Esta lei veio em um momento oportuno. Há umas que não pegam, essa não só correspondeu ao anseio já latente na sociedade, como também está mudando o comportamento das pessoas - avaliou o ministro.
Tarso Genro garantiu que a fiscalização nas estradas federais do país vai continuar a ser feita e até intensificada pela Polícia Rodoviária Federal. - Mas nós precisamos de uma estreita colaboração das policiais rodoviárias estaduais e das guardas municipais nas cidades onde elas têm função fiscalizadora - explicou.
Sobre as denúncias de que policiais fluminenses estariam comprando bafômetros do próprio bolso para intimidar motoristas, o ministro defendeu punição rigorosa como forma de inibir essa prática.
- A deformação acompanha a vida das pessoas em todos os setores da sociedade. Um setor que venha a deformar a finalidade da medida não pode nem tirar o prestígio da Lei nem esmorecer a esperança de que ela [a Lei Seca] venha a ser cada vez mais aplicada. Esses policiais têm que ser postos na rua e ser severamente punidos e as leis do estado têm como fazer isto - concluiu.
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É inegável a eficácia da Lei Seca, mas se houvesse essa mesma fiscalização antes da Lei, muitos mais mortes no trânsito seriam evitadas. Que venha o julgamento no STF...

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